"Querido dário...querido não que esse negócio de querido é coisa de baitola. Diário bombado:"
Vou relatar, aqui, todos os dias que estive em Fortaleza na semana santa. Tá certo que demorou para postar, mas, sem tempo, tá saindo agora. Serve como guia para aqueles que querem conhecer essa cidade que eu não imaginava que fosse tudo isso.

1º dia:
Era uma quinta-feira, dia 09/04 às 17:30. Essa hora eu, a Rosa e o Jean estavamos embarcando no avião da Gol que iria fazer escala em São Luiz para depois partirmos para o nosso destino, Fortaleza-CE.
A viagem foi bastante empolgante, turbulenta e muito cheia de surpresas. Houve uma hora que o avião desviou de uma núvem e tenho certeza que o Jean deve ter borrado nas calças. Ô homem medroso. De Belém para São Luiz foi cheio de turbulências devido o tempo chuvoso que estava fazendo. De lá para Fortaleza foi tranqüílo. No meio da viagem conhecemos uma aeromoça muito simpática que nos deu alguns conselhos quando chegássemos em Fortaleza. Só não gostei de não ter tirado foto da cabine do avião. Não fomos autorizados. Coisa chata!
Já no aeroporto de Fortaleza, para procurarmos um táxi foi fácil. Existe lá um quiosque que já tem os preços tudo pré-definidos para todos os lugares turísticos da cidade (Isso deveria ter aqui em Belém). No nosso caso, pagamos R$ 44,00. Pois ficaríamos em Mucuripe, a praia das jangadas. Ainda dentro do táxi. Perguntei ao taxista qual a comida típica do Ceará e ele me aconselhou a pedir a carne de sol com baião de dois. Na hora me deu água na boca.
Ao chegarmos no hotel (Hotel Samburá), tratamos logo de tomar banho e depois sair para conhecer um pouco do local onde estávamos. Fomos em um restaurante que fica do lado do hotel onde estávamos e pedi um camarão empanado enquanto que a Rosa e o Jean pediram um posta de peixe em um molho que agora não me recordo qual era. Eu não gostei do meu prato. Estou acostumado a comer camarão rosa empanado e isso foi o que não encontrei em Fortaleza. Meus amigos também não gostaram do prato deles, mas eu, particularmente, adorei o gosto da garoupa. Nunca tinha comido esse peixe e ele estava bastante gostoso.
2º dia:
No segundo dia, ao acordarmos e depois de fazermos toda nossa higiene, descemos para tomar o café da manhã. Estava muito bom. Não tinha muitas opções, mas o que tinha já satisfazia. No entanto, a tapioqueira que estava lá, não deu conta dos pedidos de tapioca e ficamos cansados de esperar e fomos para a praia. Decidimos conhecer a praia do futuro que fica alguns quilômetros de distância de onde estávamos.

Perguntamos para o porteiro do hotel onde poderíamos pegar um ônibus para chegamos até a praia do futuro. Ele nos disse que na frente do hotel passava um e basta acenar para ele que ele parava. Foi o que fizemos logo em seguida. Gostei muito do ônibus. Não sei se é somente na beira-mar que existe esse conforto todo, mas como eu gostaria que o Cidade Nova V - Ver-o-peso fosse assim. Não é zica do Zéca pimenteira, mas o ônibus era limpinho, com sistema de ar condicionado e bastante confortável. Isso sendo um ônibus de circulação urbana.
Ao chegarmos na praia do futuro, fomos para a barraca do Crocobeach a pedido da aeromoça. Gostamos muito do local. O atendimento também não deixou a desejar. A praia é um espetáculo e aconselho a todos que forem, procurem por um senhor que faz excursões de veleiro pela orla do Mucuripe. ele trabalha para o Veleiro Philosophy e é uma experiência maravilhosa passear de veleiro pela orla da cidade de Fortaleza. Entretanto isso é história para outro post.
Fizemos um acordo com o cara do veleiro e ainda de quebra, contratamos um, indicado por ele, para nos levar de carro até outras praias mais distantes. No mais, nosso segundo dia ficou nisso. De noite, fomos passear pela orla da cidade e depois voltamos para o hotel.

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